O escuro está dentro...

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sábado, 13 de março de 2010

Viagem de Tainá!

Sempre correndo
Em suas mil e uma
Tarefas, ela resolveu
Acrescentar mais uma.
E num dia,
A caminho de uma
Nova linguagem,
Ouvindo uma de suas
Músicas preferidas,
Viajando em momentos
Não vividos,
A distração já havia
Tomado conta quando ...
Sinal vermelho!
E não só o sinal,
Mas o tempo de Tainá
Também parou.
Naquele instante
Ela provou de
Várias sensações ...
Lábios com lábios,
Seu corpo tremeu
Com a vibração
Do seu coração,
Que mais pareciam
Cordas de algum
Instrumento musical.
O amor como o sol,
Cegou-lhe as vistas,
Passou noites em claro,
Dor na alma,
Lágrimas que ...
Insistentemente escorriam,
Para tentar aliviar
Um pedaço de dor ...
Sinal verde!
Tentando repor
Sua ilusória lucidez,
Que chegou ao fim.
E hoje pensa:
Se num quarteirão
Anterior a este,
Tivesse prestado atenção
No sinal amarelo ...

2 comentários:

Manuel da Rosalina disse...

Nem sempre as emoções nos deixam ver. Nem sempre queremos ver!
A questão nunca se deve pôr, no que deveríamos ter visto, mas no que deveremos ter, no futuro, em atenção, pelo que já foi alcançado, ou não.
Gostei do poema e do que é comum à vida e ao ser humano, as emoções...

Abraço-poema,

jmj

Renata disse...

Minha amada irmã, seus poemas tão lindos como você... Muito bom te ver escrevendo... Quem diria, uma irmã escritora... Parabéns e saiba que vc ainda vai publicar um livro... Sinto isso... Bjs...